Por Razões Desconhecidas

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Internet é assim: você clica e ZAZ!

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

O fantástico mundo da World Wide Web. Milhões de sites, muito conteúdo, muita porcaria. Até eu tenho um blog! Idéias, pensamentos, reflexões. Quem quiser que ler que leia. Mas para os mais enxeridos é uma maravilha. Dá pra saber de onde as pessoas acessam, que horas, qual o computador. Qual o último link que o visitante clicou antes de entrar, por onde a pessoa saiu.

Dá pra saber também que pessoas que te disseram para esquecer não conseguem se desligar por completo.

Consistência

As pessoas não mudam com o tempo. Cada um tem seus traços de personalidade formados desde pequeno e nada faz com que essas coisas deixem de existir. Nos momentos em que temos as nossas crises de consciência, avaliamos tudo aquilo que fazemos e somos. Infelizmente não conseguimos deixar de ser invejosos ou egoístas ou competitivos ou nerds. O que fazemos é decidir o que podemos fazer para que essas coisas não atrapalhem nossa vida. Tentamos encontrar um trabalho em que nossas características sejam úteis, procuramos um parceiro para a vida que aprecie nossas qualidades e que entenda que todos têm defeitos e que evitamos ao máximo que isso magoe ou machuque os outros.
Eu sempre me considerei uma pessoa conservadora, talvez até antiquada. Mas cheguei a conclusão que na verdade eu sou uma pessoa radical. E os amigos com quem falei concordam com isso. Tenho meus ideais, meus valores, minha moral. Preciso de um argumento muito bom para que eu mude de idéia sobre qualquer coisa. Percebi que muitas coisas estavam me fazendo mal, me impedindo de seguir em frente. A solução pra mim é simples: se não me faz bem, então vai fora. Dói fazer isso, mas uma hora ou outra isso passa. Tem tanta coisa boa ao meu redor, tanta gente legal que me quer bem, que eu seria muito burro em ignorar tudo isso e me martirizar.
As pessoas não mudam. Elas apenas determinam o que querem ressaltar em sua personalidade e o que querem reprimir.

Amor no Dilúvio


Ah, a primavera...

Mexendo o esqueleto

sábado, 27 de setembro de 2008

Uma marchinha alemã. Um e um, é fácil. Só pra aquecer. O bolero já é mais sério, dois e dois, com voltinhas. Passos pros lado, pra trás e pra frente. Corpo reto, com cara séria. No pagode já pode rebolar... Parecido com bolero, mas com mais voltas e movimentos estranhos. Dois e dois também, como o forró. Mas esse é mais liberado, mais solto. Foi divertido.

Só tenho que me lembrar que não é música gauchesca. A mão direita não fica para trás. E também aprender a coordenar melhor a parceira. Afinal, quem manda é o homem.



Valeu, parceira!!! :D